terça-feira, 27 de setembro de 2016

Acróstico DRIVE - você conhece?


Há algum tempo li um texto que me impressionou muito, então resolvi fazer esse post sobre o assunto.
 

Para iniciar, tenham em mente as seguintes formações acadêmicas e atividades:

- formações acadêmicas: graduações em história, comunicação organizacional, administração e teologia; doutorado em comunicação pela Universidade de Harvard; pós doutorados em gestão educacional, inteligência emocional e treinamento de liderança executiva.
 

- atividades profissionais: editor de revistas, vice-presidente mundial de uma grande congregação, autor de 15 livros, pastor, professor e diretor universitário.

- atividades pessoais: exercícios físicos 5 vezes por semana, 500 abdominais e 50 flexões de forma ágil, participação em maratonas, escalar montanhas inclusive na Antártida e Pólo Norte (até hoje cerca de 200 pessoas realizaram essa proeza).

 

Em sua opinião, quantas pessoas são necessárias para realizar todas essas atividades de forma eficiente?
3?
5?
8?
10?


 

Se você escolheu algum desses números é porque ainda não conhece Delbert W. Baker. Ele nasceu em 1953 nos EUA, mas parece ter nascido 2 décadas depois, tamanho é o vigor e o espírito jovem que possui.

De onde ele tira tanta energia, tanta força?
Em primeiro lugar, de Jesus.  

 
“Ele é o meu Salvador e fonte da minha motivação e inspiração. (...) É maravilhoso sentir que estou no centro da vontade de Deus e que, portanto, Sua providência e orientação estão me conduzindo a cada dia de minha vida em todo e qualquer desafio diante de mim. Isso me encoraja”.
 
Em segundo lugar, do acróstico DRIVE, que significa:
Diligência

Resiliência
Iniciativa
Visão
Energia

Essa é a “chave” da sua vida. Ele ressalta que a sua preferida é a iniciativa, pois pessoas que a têm vão além daquilo que fazem.


Eu achei esse acróstico perfeito e passível de ser utilizado por todos nós, obviamente com certo – ou muito – grau de dificuldade, pois nossa tendência natural é exatamente no sentido oposto. E para reforçar nossas atitudes, as sinapses cerebrais que formamos ao longo do tempo estão bem consolidadas nessa direção.

Analisando as 5 palavras, acho que consegui entender o motivo do Dr. Baker preferir a iniciativa, pois é como se ela fosse o “motor”, ou o primeiro passo para que as outras qualidades funcionem plenamente.

Interessante também a escolha da palavra Drive (dirigir, em inglês), pois acredito que aquele que conseguir guiar sua vida nessa direção de maneira eficiente e com visão apurada será muito bem sucedido, não somente em termos materiais, mas em relação à “Vida” de verdade, à vida que vale a pena ser vivida.

Se o Br. Baker olhar hoje para o seu passado, acredito que ele possa dizer com satisfação: “Valeu a pena!”
E nós?
Será que podemos dizer o mesmo?



Pense nisso!


Fonte: Revista adventista 10/2015

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Documentos amassados? Dica para acabar com esse problema


Recentemente vi uma ideia simples, mas muito eficiente para evitar que documentos como RG e CNH fiquem amassados.

Basta colocar um retângulo em papel cartão no meio do documento.

Pronto!

Seus problemas com documentos amassados diminuirão significativamente.


Boa semana!



terça-feira, 13 de setembro de 2016

Descobrir-se com lucidez: quem tem coragem?


“Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se, a descobrir e a descobrir-se com lucidez”.
Pablo Picasso

 
Em uma época de excessos, de massificação e ruídos externos e internos sem precedentes, quem é capaz de descobrir-se de forma plena sem medo de encarar suas vontades, afinidades e valores?


Quantos têm coragem de ignorar as expectativas alheias e seguir o seu caminho de acordo com o que realmente lhe dá satisfação, prazer e contentamento genuínos?


Quantos têm coragem de silenciar os ruídos externos quando a angústia, o temor, o desconforto ou o medo afloram?

Quantos têm coragem de sentir a dor ou a tristeza sem a ânsia irresistível de desviar-se de tais pensamentos e sensações não agradáveis? Quantos realmente têm consciência de que não devemos fugir desses dois sentimentos, pois são muito importantes para o nosso próprio crescimento e amadurecimento?

Seguir a “manada” não resulta em crescimento e desenvolvimento, mas em frustração, decepção e a sensação de estar fugindo da própria essência. Dá aquela sensação de estar desperdiçando a vida, ocasiona sentimento de tristeza e falta de esperança. Nos torna fracos, mesmo quando temos a consciência de que somos seres únicos, com um conjunto de características admiráveis e que poderiam nos tornar fortes.


Viver em desarmonia com a própria essência e valores pessoais acaba nos tornando pessoas apáticas, desinteressantes, como se fôssemos apenas a sombra de nós mesmos. E quando isso ocorre, aparecem doenças, pois o corpo não suporta tantos desagrados diariamente (digo isso por experiência própria).


Por isso, descobrir-se com lucidez é fundamental, o único caminho para a completude genuína, para a liberdade.


Estar alinhado com seus valores e afinidades proporciona crescimento e aquela sensação de que a vida realmente vale a pena ser vivida. Por isso, que tal começar hoje mesmo a descobrir-se com lucidez?


Como disse Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo”.


Em um mundo tão massificado e homogêneo, esse é o caminho para sermos nós mesmos de acordo com a nossa própria personalidade, o que poderá resultar em mais criatividade e sabedoria.
O caminho não é fácil, mas vale a pena.

Pense nisso!

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Resenha: Quanto tudo falha - Rodolpho Belz


Essa é a minha primeira resenha, espero que gostem.


Ao ler a contracapa, tive a impressão de ser um livro basicamente argumentativo e reflexivo, com a tradicional construção:
1) apresentação;
2) desenvolvimento;
3) conclusão.

Um livro do tipo "divisor de águas", pois lida com um tema tão complexo como descrito na contracapa: "confortar os que vivem angustiados e responder aos porquês da vida". Isso é algo que exige muito conhecimento, sabedoria e trabalho árduo.
Obviamente que para melhor compreensão do assunto por parte dos leitores, exemplos e testemunhos são muito bem-vindos e apropriados.


O livro possui 96 páginas e é dividido em 32 capítulos que não possuem nenhuma conexão entre si. Alguns são iniciados com frases como "conta-se que...", "certo homem...", "o filho de um casal...", o que naturalmente leva o leva o leitor a duvidar da veracidade de tais narrativas.
Após a historinha há uma breve explanação no sentido de motivar o leitor.

Nesse livro inexistem introdução, desenvolvimento de ideias e conclusão, que ao meu ver é o que se espera de um livro com esse título.

A proposta é boa, os textos harmonizam-se com livros de reflexões e meditações diárias, mas não com um livro com esse título. Em minha opinião, a escolha do título foi do tipo caça-níqueis muito infeliz. Para ser mais honesto, poderia haver um subtítulo como "conheça a história de pessoas que conseguiram superar seus problemas".

Posso estar enganada, mas penso que pessoas que compram um livro com esse título não estão tão interessadas em ler historinhas...


Minha conclusão  

O título é excelente... para outro livro.
O conteúdo é razoável... mas não combina com o título.

Enfim, para mim essa combinação não vale o quanto custa.


terça-feira, 9 de agosto de 2016