terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

There’s no touch screen!


Imagine crianças de até 13 anos entrando em contato pela primeira vez com o primeiro IPod, lançado em 2001.

Pelo semblante de todos, o objeto em questão parecia até coisa de outro mundo – o que para eles, não deixa de ser verdade.

Surpresos, não sabiam o que fazer, como ligar, como fazer o IPod funcionar. Procuravam por funções inexistentes, como fotos e vídeos. Vários apertaram a tela, que obviamente não respondia aos comandos. Então, tentavam outras maneiras, sem obter sucesso.

Para mim, o destaque foram as meninas, que tentaram, tentaram, mas como a tela não funcionou mesmo, exclamaram admiradas: There’s no touch screen!

A tecnologia deu um salto tão grande, principalmente nas últimas duas décadas, que o analógico ainda tão comum para muitos de nós, é algo até surreal para as novas gerações, principalmente em países desenvolvidos.



Até a próxima!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Para pensar #38


O viver separado de Deus é a base do pecado; as más ações que muitas vezes denominamos pecado são somente o resultado de nossa condição pecaminosa.

Às vezes vemos as coisas ao contrário: pensamos que fazer coisas erradas é o que nos separa de Deus. Mas a verdade é que a separação de Deus é que nos leva a fazer coisas erradas.
Morris Venden



terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Eu mereço?


Recentemente vi uma propaganda com ofertas de bolachas e chocolates. O título, que estava na frente de uma grande bolacha recheada, era: eu mereço.


bolachas-recheadas


É difícil encontrar alguém (de todas as idades) que não goste de chocolates ou de nenhum tipo de bolacha. Por isso, acredito que essa afirmação produza no leitor a ânsia por justificativas mentais que expliquem o motivo da compra - que obviamente não será por necessidade, mas por desejo.

O problema é que o desejo não é nada racional, muito pelo contrário, é basicamente emocional. Se houvesse uma relação equilibrada entre razão e desejo, será que alguém consumiria tanto açúcar e gordura juntos, como no caso das bolachas recheadas?

No momento de saborear é agradável, mas e quanto às consequências? O que será que uma propaganda como essa está nos dizendo nas entrelinhas? Seria algo como: eu mereço obesidade, hipertensão, diabetes, inflamações (o açúcar branco é altamente inflamatório por si só), etc?

Considerando o fato de termos o paladar tão alterado desde a infância pelo excesso de açúcar e pelo glutamato monossódico (vale a pena pesquisar sobre essa substância), será que o "eu mereço" faria o mesmo efeito se fosse utilizado em ofertas de frutas, legumes ou verduras? Nesse caso, nas entrelinhas, o "eu mereço" estaria dizendo: eu mereço saúde, vitalidade, disposição, clareza mental, etc.

De acordo com nossos hábitos, quantas pessoas são realmente capazes e determinadas o suficiente para ver o que está além das frases de efeito e das imagens bonitas aos olhos, mas terríveis à saúde?

Da próxima vez que você ver uma propaganda do tipo, pergunte-se da forma mais racional possível: as consequências e os impactos negativos desse produto à saúde, aparentemente tão inofensivo, realmente valem a pena?


Como está escrito na carta de Paulo aos Coríntios:
"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam."
1 Coríntios 10:23


Créditos da imagemTuomas_Lehtinen Free Digital Photos


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Para pensar #37


As suas circunstâncias atuais não determinam até onde você pode ir; apenas determinam por onde começar.
Nido Qubein