sexta-feira, 21 de julho de 2017

A determinação para achar o sentido da vida - Eduardo Marinho at TEDxAvCataratas



Reflexões óbvias para poucos, mas que no fundo, acredito que todos saibam.
Será que realmente temos a sensação de realização genuína?

Descrição no YouTube:
Eduardo Marinho, artista plástico com histórias fora do convencional, compartilhará suas perspectivas únicas e profundas da vida urbana. Ele consegue fazer as pessoas lembrar coisas que elas sabem, mas, geralmente, esquecem.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Entretenimento x contentamento


Há algum tempo, em uma conversa entre colegas, ouvi algo que acho merecer um post. 

Era manhã de segunda-feira e um deles falou, todo sorridente:
- Passei o fim de semana inteiro assistindo o seriado X no Ne....ix.
- Que legal! Eu também preciso
(precisa mesmo?) assistir o seriado Y – outro respondeu.
 

Controle remoto

Aparentemente todos aprovaram a maneira como o fim de semana fora utilizado. Menos eu, que obviamente fiquei quieta, mas me sentido deslocada, vivendo em uma sociedade com hábitos aparentemente comuns, mas para mim tão estranhos e distantes da minha essência. Veja aqui a diferença entre comum e normal.

Essa não foi a primeira pessoa que ouço dizer ter gasto suas horas sua vida assistindo de forma sucessiva vários episódios de temporadas de seriados. Então, fiquei pensando: será que após 5 horas assistindo televisão ininterruptamente, a pessoa ainda está se divertindo de verdade? Ou será que continua assistindo, na esperança de obter a mesma sensação de divertimento que as outras pessoas dão a entender que conseguem?

Será que alguém consegue mesmo se divertir assistindo televisão como no exemplo inicial do post?

Já ouvi relatos semelhantes de pessoas de várias faixas etárias: 20, 30, 40, 50 anos. E acho que você também. Mas nunca vi nenhuma criança falar algo assim. Acho que nem elas teriam paciência para ficar tanto tempo em frente à televisão de forma estática (exceção para os videogames). Além disso, seus pais não permitiriam.

Sinceramente, não vejo sentido em hábitos como esse. Talvez sejam hábitos de uma sociedade ávida por consumo, novidades, informação, realização, diversão, entretenimento, contentamento, completude, felicidade...
Hábitos de uma sociedade que anseia por uma vida que faça sentido.
Que anseia pela vida que realmente vale a pena ser vivida. Sobre isso, indico o video "Um instante de vida que poderia durar um pouco mais", do professor Clóvis de Barros Filho. Clique aqui para assistir.



Praia


Créditos das imagens:
Praia - worradmu - Free Digital Photos
Controle remoto - graur razvan ionut - Free Digital Photos


terça-feira, 11 de julho de 2017

Como aumentar a produtividade e o foco


Você já reparou que quando há algo importante a fazer, frequentemente o cérebro fica nos lembrando da tarefa pendente?

Por exemplo, procurar um documento, pagar uma fatura, agendar uma consulta médica, anotar uma ideia, comprar algo não habitual no supermercado, verificar o extrato bancário... enfim, são várias “pequenas” tarefas importantes que não fazem parte do cotidiano que ficam “martelando” na mente.

 

Post it


Se a tarefa puder ser concluída em menos de 2 minutos, o ideal é executá-la logo, resolvendo assim a questão. Veja aqui sobre a Regra dos 2 Minutos.

Se isso não for possível, o ideal é anotá-la em uma Lista de Tarefas ou em uma Agenda, pois dessa forma o cérebro fica “liberado” da obrigação da lembrança contínua da questão pendente.

O resultado?
A concentração, o foco e a produtividade melhoram significativamente.
Simples e eficaz.

Em minha vida esse hábito tem proporcionado excelentes resultados e espero que aconteça o mesmo para você.

Recomendo também a leitura da resenha do livro Você sabe estudar? – Parte 1 e Parte 2, que aborda técnicas para a obtenção de melhores resultados nos estudos.

 

Até a próxima!

Créditos da imagem: Graphics Mouse - Free Digital Photos