terça-feira, 29 de julho de 2014

Você conhece a regra dos dois minutos?


Essa é uma das regras mais úteis e eficazes que já conheci. É de fácil aplicação, bastando para isso um pouco de força de vontade para torná-la um hábito.
O princípio dessa regra é efetuar ações curtas no momento em que elas emergem ao nosso consciente, diminuindo assim o nosso velho, querido e acalentado hábito de procrastinar.

Ampulheta

Exemplo: ao levantar-se pela manhã deixar a cama desarrumada; almoçar e deixar a louça para lavar depois; não organizar a correspondência ou e-mails diários, que com o tempo se acumulam assustadoramente.
Muitas vezes chegamos à incoerência de preferir anotar a tarefa para fazer depois, sendo que se a tarefa fosse executada naquele momento, despenderia quase o mesmo tempo da anotação. Mais incoerente ainda é o fato de sempre encontrarmos justificativas para agirmos dessa forma...

Vale a pena seguir a regra dos dois minutos. Além de melhor aproveitamento do tempo, a satisfação por ter conseguido vencer a arte de procrastinar não tem preço.


Esse texto foi inspirado no artigo Dica de produtividade pessoal: a regra dos dois minutos [GTD], do blog Valores Reais.


Créditos da imagem: Sira Anamwong - Free Digital Photos


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Crise existencial - Ricardo Catalano no programa 180 graus


O testemunho um homem que nasceu em um lar abastado, que tinha tudo o que queria. Em sua família não se falava em religião e aos 7 anos ele sofreu muito com a separação dos pais. 
Na adolescência passou por uma intensa crise existencial. Vale a pena saber como ele deu a volta por cima.


terça-feira, 22 de julho de 2014

Seja feliz



Liberdade
 Eu gosto muito dos livros do Augusto Cury. E hoje  gostaria de compartilhar com você um excelente texto de sua autoria. 
Como ele sempre diz, a vida é um espetáculo imperdível. E humildemente eu gostaria de acrescentar: para os que sabem vivê-la de verdade.
 

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.
Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.

É importante que você sempre se lembre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de você.

É ter maturidade para falar: Eu errei.
É ter ousadia para dizer: Perdoe-me.
É ter sensibilidade para confessar: Eu preciso de você.
Ser feliz é ter a capacidade de dizer: Eu amo você.

Desejo que a vida seja um canteiro de oportunidades para você...
Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.
Que nos seus invernos seja amigo da sabedoria.
E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo.
Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.

E descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Aproveitar as perdas para refinar a paciência, as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer e os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz pois a vida é um espetáculo imperdível.

(Augusto Cury) 

Créditos da imagem: markuso - Free Digital Photos

terça-feira, 15 de julho de 2014

15 de julho de 2014


Ampulheta
Hoje é dia 15 de julho de 2014, já estamos na metade do ano.
O que você fez de bom até agora? E de ruim?
Você viveu de verdade os dias do ano até agora? 
Ou melhor: quantos desses 195 dias você realmente viveu?
Se fizer um balanço desde o início do ano, o saldo será positivo ou negativo?

Como Dalai Lama disse, sempre é tempo de nos lembramos que:
Nossos pensamentos se transformam em palavras.
Nossas palavras se transformam em ações.

Nossas ações se transformam em hábitos.
Nossos hábitos moldam nosso caráter.
Nosso caráter molda o nosso destino.

Créditos da imagem: Sira Anamwong - Free Digital Photos

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Uma frase que dispensa apresentações


Ao invés da igreja evangelizar o mundo, o mundo está secularizando a igreja.
(autor desconhecido)




terça-feira, 8 de julho de 2014

Passado, presente e futuro


"Quem tem juízo colhe no tempo certo, mas quem dorme na época da colheita passa vergonha." Provérbios 10:5

Os livros escritos por Salomão são os meus preferidos da Bíblia, pois tem muita sabedoria sintetizada em poucas palavras. Hoje eu gostaria de comentar uma dessas preciosidades.

Muitas vezes deixamos para depois o que devemos fazer agora. E nos arrependemos. E ficamos mal por isso.
Muitos dos nossos amigos e conhecidos estão adiantados e nós... empacados.
Quantas vezes dormimos na época da colheita, que é quando mais acordados deveríamos estar? Acredito que isso resume tudo.
Águas passadas não movem moinhos, então de nada adianta lamentar o passado, mas sim aprender com nossos erros e tentar não repeti-los. Também devemos olhar para o futuro, mas sem exageros.
Nosso foco principal deve ser o momento presente, que é o único que temos. É dele que resultará o nosso futuro.

Gostei muito desse exercício postado no excelente blog Valores Reais

Olhe para os seus últimos 5 anos. Eles se transformaram no seu presente.
É esse realmente o presente que você queria? Você está onde realmente gostaria de estar agora?

Agora olhe para o seu futuro, daqui à 5 anos, em onde você quer estar. Ele depende do seu presente.
O que você tem feito para que seus objetivos sejam alcançados?
Nesse sentido, o seu passado também pode te dar muitas pistas e sugestões sobre o que fazer e o que não fazer.

O texto termina com uma magnífica frase, a qual transcrevo aqui:
Aja para retomar o controle de sua vida, e não simplesmente reaja para o que a vida lhe faça.


Liberdade

Créditos da imagem: markuso - Free Digital Photos 






terça-feira, 1 de julho de 2014

Título de capitalização é investimento?

 
Cofre
Provavelmente o seu gerente ou algum funcionário do banco já te ofereceu um título de capitalização. Ou vários.
Parece ser um produto tão bom. Você poupa, seu dinheiro rende juros e você ainda concorre à prêmios!
Mas eles "esquecem" de te falar que taxas são descontadas e no final, o que você conta como lucro acabou sendo prejuízo, exceto se você ganhar algum dos prêmios, o que é bem difícil de acontecer.

Eu comprei vários com pagamento único e mensal, sempre pensando mais nos prêmios. Durante uma época pelo menos um eu tinha, pois pensava: "Quem sabe eu dou sorte." Mas a "sorte" não veio... Ao todos, acho que tive uns 20 e nunca ganhei absolutamente nada.
Os últimos cancelei quando ainda faltavam quase 3 anos para o resgate, pois o que eu recebia  estava muito aquém de ser considerado um investimento de verdade.
Parece até que os juros funcionam ao contrário em tais títulos!
Um exemplo: por um título com pagamento único de R$ 50,00 e vigência de 4 anos, recebi menos de R$53,00!
Uma conta rápida: se esses mesmos R$50,00 estivessem em uma poupança com juros de 6% aa, que é o rendimento mínimo da antiga poupança, o valor atual seria de R$ 63,12.
E os bancos ainda tratam esse produto com investimento....


Gostaria de indicar um excelente e esclarecedor artigo sobre o assunto:
7 razões para não comprar um título de capitalização

Da próxima vez que o funcionário do banco te oferecer esse produto tão "vantajoso", saiba dizer um categórico "não, obrigado."
Atualmente, com tanta informação, os próprios funcionários sabem que muitos clientes estão cientes de que esse produto é uma verdadeira falácia e não insistem mais de forma tão inconveniente e voraz.



Falando em informação, gostaria de encerrar com uma frase que li recentemente, mas não me lembro em qual site.
"Se você acha que o conhecimento custa caro, experimente optar pela ignorância."



Até a próxima semana!

Créditos da imagem: Stuart Miles - Free Digital Photos