terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Feliz 2017!


Hoje eu gostaria primeiramente de convidá-los a conhecer e curtir minha página no Facebook:
Facebook - Simplicidade e Harmonia
 
E agradecer as mais de 35 mil visitas! Esse resultado me dá muito ânimo e motivação para continuar criando posts cada vez melhores. Posts que muitas vezes me levam a refletir sobre a minha própria vida, o sentido da existência e o quanto uma vida mais simples é - ou pode ser - tão mais agradável do que uma vida com tantas coisas a fazer, a pensar, a administrar.

Como diz Mário Sérgio Cortella:
"Devemos fazer o melhor nas condições que temos hoje, para quando tivermos melhores condições, fazermos melhor ainda". 
É isso o que procuro fazer aqui e em todas as áreas da minha vida. Claro que muitas vezes falho (talvez na maioria delas), mas quanto temos consciência dos nossos erros e humildade para assumí-los, nossos paradigmas vão sendo lentamente descontruídos, o que nos proporciona maior desenvolvimento e maturidade.
Não é fácil e a caminhada é longa. Mas no final, para alguns uma vida mais simples pode ser realmente mais significativa, a despeito de todos os apelos do marketing e da sociedade. E se você está lendo esse post, provavelmente também é uma dessas pessoas.

Desejo que 2017 seja um ano com menos consumo sem reflexão, com mais hábitos saudáveis e completude
Um ano no qual a Simplicidade e a Harmonia estejam cada vez mais presentes em nossas vidas de forma coerente, equilibrada e natural, de acordo com nossa própria personalidade.



Feliz 2017 à todos!


Feliz-Ano-Novo



Créditos da imagem: Nanhatai8 - Free Digital Photos


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Top 5 de 2016


Imagem-Top-5

No ano passado eu criei um post com os artigos mais acessados de 2015 no blog.

Esse ano, resolvi fazer diferente: listar os 5 posts que acredito possuírem mais relação com uma vida mais simples e harmônica.



1) De passagem, mas com excesso de bagagem 

2Documentos amassados? Dica para acabar com esse problema

3) Uma breve reflexão que dispensa apresentações 

4Descobrir-se com lucidez: quem tem coragem?

5) A história das soluções - Annie Leonard 



 Até a próxima!


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Man - Steve Cutts


Esse video mostra a relação do ser humano com o meio ambiente através dos tempos.
Uma boa reflexão para entendermos o rumo que estamos seguindo sem pensar muito, seguindo no "automático" do desrespeito à natureza e do consumo descontrolado.

Como imagens dizem mais do que palavras, assistam essa tão profunda animação de 3:36 minutos.

Vale muito a pena ver, ainda mais nessa época do ano na qual o consumo é tão intenso e muitas vezes desnecessário.




Até a próxima!

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Comum ou normal?


Por acaso você já parou para pensar no que essas duas palavras significam?
Segundo os dicionários, são sinônimos e muitas vezes são realmente utilizados com o mesmo propósito.
Refletindo um pouco mais, comum parece estar mais relacionado ao trivial, ao corriqueiro, ao que acontece no dia a dia, enquanto normal remete à normalidade, ao esperado.

Exemplos:
- Acidentes de trânsito, discussões, assaltos, falta de cidadania e de limpeza e conservação nas cidades brasileiras são fatos comuns, vemos isso todos os dias, mas não são normais, pois fogem do que era esperado.
- Cães, gatos, bebês e crianças são abandonados ou sofrem maus tratos diariamente. Infelizmente isso é muito comum, mas poderia ser considerado algo dentro da normalidade?
- Obesidade, vícios, manias também são considerados comuns, mas são fatos esperados?
- Corrupção é comum no Brasil, mas por isso poderia ser considerado normal?


Transito-intenso-em-uma-grande-cidade

O ponto em que quero chegar é que quanto mais vemos fatos comuns como se fossem normais, mais insensíveis e acostumados nos tornamos às tragédias diárias (desde que não tenham relação conosco); à desorganização geral dentro e fora de casa; à falta de educação no transporte público e no trânsito; ao excesso de sujeira nas ruas ("é tão normal jogar papel na rua, então vou jogar o meu também”); à violência urbana em geral (“quase todos desta rua já foram assaltados”); às péssimas e indignas condições de educação, transporte e saúde pública (“aqui é assim mesmo, sempre foi assim...”); ao trânsito caótico e cada vez mais extenso, confuso e estressante.
A lista é imensa...

Ao vermos tais fatos como normais começamos inconscientemente a aceitá-los como se o fossem realmente, o que nos torna de certa forma mais acomodados, convencidos e resignados de que “aqui as coisas são assim mesmo, sempre foram e sempre serão”.

Talvez considerar normal fatos que são muito comuns seja um dos motivos do Brasil estar ainda tão atrasado em termos de cidadania, educação e respeito ao próximo, pois o normal sob o prisma da moralidade é bem diferente do normal como geralmente o conhecemos.

Você também percebe essa diferença entre normal e comum?
Se quiser, deixe sua opinião nos comentários abaixo.


 

Até a próxima.


Créditos da imagem: WorldWideStock - Free Digital Photos