sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Para pensar #32


Quem trata melhor os estranhos 
do que os íntimos está 
mais preocupado com a sua  
imagem social do que 
com a qualidade de suas 
relações afetivas.
Flávio Gikovate


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Top 10 de 2017


Top-10-2017-escrito-em-verde-com-fundo-branco


Esse ano o Top 5 transformou-se em Top 10, pois acredito que alguns posts também merecem estar aqui.
Os temas escolhidos são diversificados como você perceberá, mas a temática principal é uma vida mais simples e descomplicada em âmbito geral.

1) Desacelerar

2) Ignorância Seletiva

3) Por que precisamos de tantas novidades?

4)  Mindfulness

5)  É para isso que você trabalha

6) Como utilizar o fio dental sem machucar os dedos

7) Você é o resultado das pessoas com as quais mais convive

8) Psicopatas do cotidiano (Katia Mecler) – Resenha

9) Porque eu também abri uma conta no Banco Inter

10) Claramente


Agradeço por todas as visitas e comentários no blog. Espero que, de alguma forma, meus posts sejam úteis à você.

Desejo que 2018 seja um ano seja mais próspero e ao mesmo tempo com menos consumo sem reflexão, com mais hábitos saudáveis, completude, contentamento e equilíbrio em todos os sentidos.
Que seja um ano no qual a Simplicidade e a Harmonia estejam cada vez mais presentes em nossas vidas.


Feliz-2018-escrito-em-fundo-branco



terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Por um Natal com mais simplicidade e silêncio


Esse post eu escrevi e postei aqui no blog há 4 anos. Mas continua tão atual, que resolvi postá-lo novamente neste Natal.

Infelizmente, parece que a situação não melhorou muito durante esse tempo. Em alguns casos até piorou...





Seria tão bom se o Natal voltasse a ser simples como antes, como o desse vídeo. Sem excessos, sem barulheira, com respeito.

As famílias reunidas em uma ceia sem tantos exageros gastronômicos.

Uma época em que a falsidade, o consumismo e a "bobice" quase generalizada não tinham espaço de forma tão intensa e aparente como hoje.

Uma época em que os fogos de artifício eram realmente bonitos pois era um aqui e outro ali, algo bonito de se ver e não esse exagero que temos que suportar atualmente.

O que era para ser uma festa bonita e agradável à todos, se torna uma tortura para todos os animais que vivem nas cidades e também para as pessoas que não gostam dessa barulheira toda. Muitos cães inclusive, acabam escapando ou se machucando na tentativa de fugir, tão desesperados ficam com essa barulho exageradamente insano.

As músicas são um triste capítulo à parte, pois aqui também há muito exagero, cada um quer colocar o som mais alto que o outro... Sem contar a qualidade, que quase não existe mais.

E muitas vezes essa barulheira vai até o sol raiar, sem respeito algum aos que querem dormir ou aos que trabalham no dia seguinte e por isso precisam descansar.

O que era para ser uma bonita comemoração se tornou motivo de bebedeira, estresse e discussões.

E quem não quer participar, de forma indireta é obrigado a participar também, pois quem é que consegue dormir com essa barulheira toda?

  

 Até a próxima.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Felicidade


Felicidade....
Sempre tão procurada, mas na maioria das vezes, nos lugares errados. Consumo, mídia, marketing, consumo, status, consumo...

Estamos ou não em uma corrida de ratos?

Valeu muito a pena ver a nova animação de Steve Cutts. Apesar de curta (4:17), é muito profunda e reflete bem a sociedade em que vivemos.



terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Valorize o simples


Vivemos em uma época na qual o ter tem se tornado cada vez mais importante do que o ser.

Obviamente precisamos de várias coisas para viver de forma integrada à sociedade, mas será que não rompemos a barreira do necessário e até do supérfluo chegando ao exagero?

Sociedade de consumo... o próprio nome já diz.
Mas será que é isso mesmo que almejamos para nossa vida?
Será que tanto consumo faz alguma diferença significativa e positiva para cada um de nós?

Você já reparou que cada conquista rapidamente perde o brilho? Nosso interesse aos poucos se esvai, pois ávidos por novidades, já estamos "namorando" outras coisas para comprar, consumir e em breve abandonar, formando dessa forma um círculo vicioso de desejo, conquista, satisfação veloz, frustração e insatisfação, voltando a um novo desejo e seguindo o mesmo percurso de modo automático e perene.

Quase não temos mais tempo nem interesse em curtir, aproveitar e sentir satisfação real com o que já conquistamos (ou compramos). Muitas vezes isso ocorre por nossos próprios hábitos de consumo ou por infinitas atualizações de produtos, novidades e novas "necessidades" disponíveis a cada dia.

Será que isso nos torna mais felizes e satisfeitos com nossa vida interior e exterior?

Nessa época do ano na qual o apelo ao consumo aumenta intensamente, será que não é um bom momento para efetuarmos uma análise crítica da situação?
Será que não é um momento propício para valorizarmos o que já possuímos sem rendermo-nos aos apelos do consumo?

Eu acredito que essa é a época do ano mais apropriada para começarmos a valorizar mais o ser e menos o ter. Talvez essa ênfase invertida seja um dos motivos da degradação social, moral, política e ética reinante no país.

Cada coisa tem seu valor, seu momento, seu objetivo. Precisamos de sabedoria para aprender a lidar com esses 3 fatores de forma satisfatória.


Valorize o simples.
Valorize as pessoas pelo que elas são de fato e não pelo que possuem.
Valorize os momentos agradáveis.
Valorize as companhias agradáveis.
Valorize a natureza, que possui tanta beleza, simplicidade e complexidade ao mesmo tempo.
Valorize um abraço, um sorriso sincero.
Valorize cada gole de um copo de água em uma tarde quente de verão.
Valorize a organização e a disciplina.
Valorize o silêncio e a tranquilidade.
Valorize o sono reparador.
Valorize a saúde.
Valorize a paz.

Hoje, decida valorizar o simples.
Hoje, decida valorizar a vida.


Pessoas-admirando-o-por-do-sol-na-praia


Encerro esse post com uma frase da qual gosto muito:
"Aprecie as pequenas coisas, pois um dia você pode olhar para trás e perceber que elas eram grandes coisas."
Robert Brault



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